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Economia Mato Grosso do Sul

Conselho do FCO aprova R$ 200,4 milhões em novos empreendimentos para 18 municípios de MS

O CEIF-FCO (Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) aprovou nesta terça-feira (...

30/11/2021 19h25
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Por: thiago Fonte: Secom Mato Grosso do Sul
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O CEIF-FCO (Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) aprovou nesta terça-feira (30), 33 cartas-consulta para financiamentos que totalizam R$ 200,42 milhões em novos empreendimentos para Mato Grosso do Sul. Desse montante, 18 cartas-consulta foram para o FCO Empresarial, somando R$ R$ 167,22 milhões e outras 15 cartas-consulta para o FCO Rural, somando R$ 33,199 milhões.

Os projetos aprovados beneficiam 18 municípios sul-mato-grossenses: Sidrolândia, Jaraguari, Aparecida do Taboado, Campo Grande, Juti, Bonito, Itaporã, Três Lagoas, Bataguassu, Batayporã, Bandeirantes, Amambai, Terenos, Caarapó, Maracaju, Laguna Carapã, Dourados e Douradina.

O secretário Jaime Verruck, da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), que preside o CEIF-FCO, comentou que neste momento “o maior grupo de cartas-consulta tem sido da área empresarial, pois no FCO Rural nós já temos 100% dos recursos aplicados e temos um saldo de demanda no empresarial. Aprovamos demandas das cooperativas de crédito, como a CredCoamo e BRDE e começamos a nos encaminhar para o encerramento do ano”.

De acordo com o titular da Semagro, o foco agora será a programação orçamentária para o ano de 2022, que será discutida no dia 8 de dezembro na reunião do Condel. “Já informamos ao CEIF que, nesta reunião do Conselho Deliberativo, vamos tratar de um problema atual que temos no FCO Empresarial, que é a taxa de juros. Estamos levando ao MDR o pedido para que a taxa de juros do empresarial passe de pós-fixada para pré-fixada, se igualando à do rural. Além disso, a expectativa que nós temos é de elevação dos recursos disponíveis para Mato Grosso do Sul, pois temos uma demanda crescente do FCO e o volume tem se tornado pequeno para o tamanho das economias do Estado”, finalizou Jaime Verruck.

Marcelo Armôa, Semagro

Foto: Divulgação

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